Acho fascinante minha capacidade de rir do passado. Rio de minhas paixões bobas e meus desejos fúteis. Rio dos meus devaneios e anseios. Mas me pergunto se no futuro, serei capaz de rir do que hoje chamo de presente.
Dizer quem eu sou é ainda mais difícil do que dizer quem não sou. Não sou hipócrita, não sou normal. Não falo meias verdades, muito menos falsas verdades. Não gosto de sair sempre, mas odeio ficar trancada em casa todo fim de semana. Não sou igual todo mundo, nem todo mundo é igual a mim. Sou tudo, ou talvez eu não seja nada, mas eu nunca me limitaria a ponto de ter certeza de quem eu sou.
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